
Como primeiro desdobramento da reunião com o prefeito de Campos dos Goytacazes, Wladimir Garotinho, e parte de seu staff, no dia 28 de outubro, em busca de parcerias, o Sicoob Fluminense recebeu na manhã de sexta-feira, cinco de outubro, o supervisor do Mercado Municipal Wagner Azevedo.
Recebido pelo Diretor-Presidente do Sicoob Fluminense, Neilton Ribeiro da Silva, assim como pela assistente social Maria Clara de Oliveira, da área institucional, e Iris Cândida, colaboradora da agência Guarus, voluntária que trabalha com Educação Financeira, ele fez uma exposição sobre a estrutura de funcionamento do mercado. A ideia da cooperativa é a de desenvolver um trabalho social englobando não apenas os permissionários do Mercado Municipal, mas ainda aqueles do ”camelódromo” Michel Haddad. Também participou da reunião “Lebron” Victor Hugo Ribeiro de Almeida, presidente da ONG Nação Basquete de Rua, parceira do Sicoob Fluminense e que presta serviços à PMCG.
No encontro foram discutidos os melhores métodos para o desenvolvimento de um projeto de atendimento aos permissionários, ficando estabelecido, a princípio, que a cooperativa deverá ter acesso a dados genéricos de um recadastramento que está sendo executado pela equipe de Wagner Azevedo. A ideia é a de se ter um conhecimento efetivo do público que será abrangido. Nesta direção, está programada uma explanação do Diretor-Presidente sobre cooperativismo e funcionamento de uma cooperativa de crédito, em data a ser estipulada, e estão sendo estudadas ações de educação financeira e abertura de uma linha de crédito para os permissionários, via cooperativa mas dentro do mecanismo de aporte financeiro da prefeitura a uma garantidora de crédito.
“Nossos projetos, com muita transparência, precisam ir além de uma gestão, de um mandato. Há a necessidade de garantia de continuidade. A política deve mirar projetos comunitários. Digo que é importante se conhecer efetivamente os problemas da cidade para que haja engajamento de todos. O poder público faz política pública, mas vamos fazer política de ação social, tentando chamar pessoas e entidades para os trabalhos. Precisamos de início saber quem é quem no mercado, o que esperam fazer, e trazer o Sebrae para as nossas ações. Hoje podemos captar recursos pelo fundo social que foi criado em assembleia geral ordinária, e isso vai nos favorecer. Há um grande leque de possibilidades que podemos explorar”, disse Neilton Silva.
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