null Sicoob ressalta investimento em tecnologia como chave para ampliar escala do setor em evento online com BC

Conteúdo:

Durante participação no webinar “Uma Revolução no seu Bolso”, presidente do Sicoob, Marco Aurélio Almada, ressaltou a importância da inovação para atrair mais cooperados

Sempre buscando a excelência no atendimento e na oferta de produtos e serviços aos seus cooperados, o Sicoob tem se destacado por suas soluções inovadoras no mercado financeiro. E isto, de acordo com o diretor-presidente da instituição, Marco Aurélio Almada, é fruto de uma atuação firme com o apoio da tecnologia.

“Ao analisarmos a combinação entre a multiplicação de canais e de produtos, resolvemos enriquecer o modelo de negócios das cooperativas em três vertentes. Estamos aplicando o máximo de tecnologia e ciências de dados no modelo tradicional que temos, entramos no universo da otimização das finanças pessoais, e adentramos em outro universo, o da indústria financeira que se insere no contexto de ecossistema e que reivindica ser o orquestrador daquele ecossistema”, disse o executivo.

Além de Almada, o evento contou com a participação do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e do presidente do conselho do Credit Suisse, Ilan Goldfajn. O debate foi organizado pelo Sicoob junto ao canal MyNews e teve como mediadora a jornalista Mara Luquet.

De acordo com Campos Neto, a indústria financeira foi bastante impactada com a maior capacidade de se produzir e guardar dados, o que fez com que ela passasse a ter características de indústria de dados. Reflexo disso é o Open Banking, que deve democratizar e baratear o acesso a vários produtos e serviços financeiros. “Muitos pensam que a tecnologia leva a mudança de comportamento, mas a mudança de comportamento está levando essa inovação tecnológica em finanças”, afirmou.

Falando sobre o futuro do mercado financeiro, Almada citou a chamada “Era pós-canal”. Nesta análise, a oferta de crédito e investimentos, produtos essencialmente bancários, deverá ter mais sucesso em canais de origem comercial do que em canais bancários. “Nosso papel é estudar como a combinação desses fatores pode nos ajudar a mudar a forma como produtos financeiros chegam às pessoas, de forma que fique mais fácil e que elas possam tomar as decisões mais acertadas, gerando otimização e benefício para quem usa”, concluiu o executivo.

Imagem: