Pesquisas apontam que cerca de 82% dos brasileiros têm pouco ou nenhum controle sobre suas despesas, o que ajuda a explicar por que tantas famílias enfrentam desequilíbrio no orçamento. Além disso, os levantamentos de inadimplência indicam entre 70 e 79 milhões de pessoas com contas em atraso, e a dívida média por pessoa costuma variar entre R$ 4,7 mil e R$ 6,2 mil.
1) Anote seus gastos de verdade
App, planilha ou caderno: escolha o que você usa todos os dias. Registre receitas, despesas fixas, variáveis e sazonais, e categorize (moradia, alimentação, transporte, saúde, educação e lazer). O registro constante muda o comportamento de consumo.
2) Defina metas com valor e prazo
3) Crie sua reserva de emergência
Comece com marcos realistas (R$50 → R$100 → R$500 → R$1.000 → 1 mês de gastos) e avance até 3–6 meses de despesas essenciais. Priorize aplicações de alta liquidez e baixo risco.
4) Invista com segurança
Reserva exige liquidez; metas de médio e longo prazo podem usar renda fixa e fundos conservadores. Com orientação, dá para diversificar com tranquilidade.
Perguntas frequentes (FAQ)
1) Tenho dívidas em vários lugares. Por onde começo?
Liste todas as dívidas e priorize as de juros mais altos. Renegocie e consolide quando fizer sentido para reduzir o custo total.
2) 3 a 6 meses de reserva não é muito?
É uma meta de referência. Se a renda da família é mais variável, considere um colchão maior. O importante é começar e manter aportes automáticos.
3) Não consigo anotar tudo. O que funciona?
O melhor método é o que você usa todos os dias. Comece simples (categorias amplas) e refine depois. O importante é dar o primeiro passo!
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