A OCB atua para promover a eficiência e a eficácia econômica e social das cooperativas, tanto no Brasil quanto no exterior
Modelo de negócios diferenciado, o cooperativismo brasileiro conta com o suporte permanente do Sistema OCB para defender e promover seus interesses e direitos. O sistema é composto por três instituições, que trabalham em conjunto de forma sistêmica e planejada para fortalecer as cooperativas e os cooperados de todo o Brasil.
Cada instituição tem objetivos bem definidos. A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) é a entidade representativa do cooperativismo. A Organização atua para promover a eficiência e a eficácia econômica e social das cooperativas tanto no Brasil quanto no exterior. Pela representação institucional, ela garante que o tema cooperativismo esteja na pauta do centro de decisões do país trabalhando diretamente com os Três Poderes da República Legislativo, Executivo e Judiciário, além de conselhos e fóruns públicos e privados. Com as ações de inteligência competitiva, a OCB está sempre atenta aos movimentos e às tendências de mercado.
O movimento cooperativista brasileiro conta com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) para crescer de forma profissional e sustentável. O Sescoop promove ações, cursos e programas voltados ao desenvolvimento da gestão e, também, social das cooperativas. Essa atuação ocorre em três eixos principais: formação profissional, monitoramento de cooperativas e promoção social, em todo o país.
A Confederação Nacional das Cooperativas (CNCOOP) faz a representação sindical dos interesses da categoria econômica do setor cooperativista junto aos órgãos públicos e privados. Coordena o segmento e suas federações, colaborando com o Poder Público em busca de soluções para questões de interesse do movimento. Acompanha o cenário das negociações coletivas de trabalho no país e presta assistência à categoria e aos associados. Além disso, capacita líderes sindicais por meio de seminários e cursos. O Sistema OCB-Sescoop é presidido por Márcio Lopes de Freitas.